Estou bem "feliz" na minha casinha bucólica e retirada. Em Curitiba não há assim um carnaval, mas não quero correr o risco. Mesmo porque (sou dependente químico), preciso manter-me o mais longe possível de lugares onde sirvam bebidas e etc e etc. Comprei uma máquina de cortar grama. Não! não riam. É uma excelente terapia ocupacional. Passo horas derriçando a grama. Como sofro de obsessividade compulsiva paranóica, não vejo a hora que amanheça para que eu possa cortar algum matinho ou graminha que porventura tenha crescido durante a madrugada. Claro, tudo bem! Tô exagerando. Faz parte da minha paranóia superlativa. Fora cortar a grama também tenho feito muitas comidinhas, como kuque de banana, empadão de frango, beringela ao forno, saladas, e muito mais muito suco de maracujá com maçã. Há e também tomo chá verde e de centella asiàtica. Caminho pela manhã. Leio três ou quatro livros. Também tenho trabalhado no planejamento anual. Este ano vou começar com teatro, ao longo dos anos na função de educadora na área de artes, tenho percebido como a relação aluno-aluno, professor-aluno, e etc, melhora consideravelmente após o conteúdo na área do teatro. Portanto deste modo, começo a planejar, um pouco de teatro engajado, teatro pobre, teatro do oprimido , e teatro do absurdo. TDevo trabalhar com textos de Brecht e Ariano Suassuna, teatro direto e indireto (fantoches ou sombras). Tomará que eu consiga terminar este conteúdo antes de ser afastada para enfrentar o mestrado. Vou sentir falta da minha labuta diária, mas por uma boa causa.



Leia este blog no seu celular