É.....não tem sido fácil. Pensamentos confusos e não vejo nem uma possibilidade de melhora. Tava bem otimista ontem, mas hoje bateu um desânimo uma falta de perspectiva. Uma tristeza imensa. É o sistema me pegou, um abraço.
É.....não tem sido fácil. Pensamentos confusos e não vejo nem uma possibilidade de melhora. Tava bem otimista ontem, mas hoje bateu um desânimo uma falta de perspectiva. Uma tristeza imensa. É o sistema me pegou, um abraço.
É.....não tem sido fácil. Pensamentos confusos e não vejo nem uma possibilidade de melhora. Tava bem otimista ontem, mas hoje bateu um desânimo uma falta de perspectiva. Uma tristeza imensa. É o sistema me pegou, um abraço.
Hoje na clinica fiz uma escultura de argila. Acabou saindo um demonio alado. É como se tivesse conseguido expurgar algo que me fazia mal. Fora os arquétipos semióticos que envolvem esta situação, o fato de criar aquele demônio foi muito interessante e algo mudou de repente. Ainda é cedo para deduções. Tenho observado muito os resultados dos desenhos, das atividades, e principalmente das atitudes e do comportamento dos outros pacientes. Acredito que além de me cuidar, esta experiência sem duvida é inédita. Tenho um livro sobre arte terapia, vou dar uma folheada e comparar o que vi, o que senti. O livro apresenta uma pesquisa detalhada sobre a aplicação da arte como recurso terapeutico. É um universo fantástico, e mesmo que eu não esteja me sentindo muito bem, por mais que meus sentimentos estejam confusos e que precise de ajuda, ainda assim, o espirito de pesquisa e descoberta jamais me abandona. Este meu olhar curioso e eternamente aprendiz é muito bom. Ver situações diferentes, inusitadas, desde o trajeto que faço para chegar no local, até os resultados das conversas, etc. Tudo é novidade e não tenho dúvida que com o tempo também vou deixar de me interessar tanto, este estágio no meu entender é mais um degrau para um lugar que tenho que chegar e que não sei bem qual é. Mas sei quais são os caminhos.
Não tem sido nada fácil.Ontem tomei minha primeira Liber. Estou muito confusa e não sei lidar com minhas frustações. Me sinto profundamente só num oceano cheio de tubarões. O que posso fazer é desviar das investidas. Estou apresentando sinais de cansaço. Literalmente, eu não tenho mais forças. Me entrego. Ponto final.
Ontem à noite consegui fazer janta, ou melhor, uma proeza, eu consegui assar um pedaço de músculo com osso no forno. Meio que cozinhou e depois assou. Ficou comível. Ainda não consegui sair de casa, nem pra comprar o remédio, aquele que promete que eu não vou mais me sentir tão triste. Tenho tentado reagir, fiz até futuro plano de aulas...............
Os alunos devem criar no papel um instrumento musical que seja baseado em algum instrumento musical tradicional ou também podem criar seu próprio instrumento. Assim a cada aula um grupo da turma reapresenta seu trabalho com fantoches. Outro grupo (a composição do grupo fica a critério do professor, a sugestão é que seja um grupo razoavelmente grande mas não muito). Este grupo é responsável por elaborar alguma idéia de sonoplastia com efeitos especiais e outros sons. para isso basta usar os instrumentos que criaram. Os instrumentos alternativos podem ser feitos com sucata (materiais que produzam som) inspirados em instrumentos tradicionais ou inventados. Não esqueça que o corpo e a voz também produzem som, e esta é nossa materia prima o som. Nada impede que os alunos que executam algum instrumento tradicional, Participe com o que já sabe fazer e faça parte do contexto da sonoplastia e da trilha sonora.
Durante a apresentação dos bnonequeiros o outro grupo vai brincar com o som. Com base no domínio e embasamento que o professor tiver do conteúdo, será o contexto do processo e do resultado. No meu caso que tive noções básicas de música (elementos da linguagem músical e leitura de um partitura) é claro que eu não consigo fazer um musical, apenas vamos brincar de organizar os sons com alguns parametros na musica europeia, africana, chinesa, enfim acredito que irão fluir sons contidos no imaginário cultural destas crianças. Quando falo de cultura me refiro a cultura popular mesclada com cultura midiática. Muitos conhecem estas possibilidades. Tenho entendido que os alunos trazem um gama incrível de informações e escolhas pessoais, o que nós arte-educadores podemos fazer e organizar e enxertar(?) alguns outros parametros, algumas novas opções. O tempo é curto, a rotina é desestimulante, a falta de estrutura. O número de alunos em sala não é problema, o problema é que não tem auxiliares . Neste contexto penso que este seria um mercado de trabalho incrível para os que tem ensino médio, e mesmo que não tenha feito magistério, a pessoa pode ter um perfil adequado para o trabalho. Eles teriam muito a acrescentar e seriam contratados como assistentes administrativos. Uma professora precisa de um auxiliar, que anote que passe notas etc. Nosso ganho não é real como professores também somos auxiliares admistrativos ao mesmo tempo o que nos arrebenta. serão diferentespode ser um pouco diferente.


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BRASIL, Sul, CURITIBA, CACHOEIRA, Mulher, de 36 a 45 anos, Mongolian, Arte e cultura